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Resenha: O Assassino – O Primeiro Alvo

Até que ponto você iria por vingança? Essa é a pergunta que desenvolve a trama de O Assassino: O Primeiro Alvo (American Assassin), dirigido por Michael Cuesta. Inspirado no best-seller homônimo de Vince Flynn, o filme conta a história de Mitch Rapp (Dylan O’Brien), um ex-soldado das forças especiais. Durante suas férias em uma praia paradisíaca, Mitch pede sua namorada em casamento, no entanto, o clima romântico se torna uma grande tragédia quando um grupo de terroristas invade o local aniquilando todos que estão pela frente, incluindo a noiva de Mitch. Mais de um ano se passa e o ex-soldado ainda se encontra devastado pelo o que aconteceu. Assim, ele se infiltra em um grupo de terroristas pela internet para caçar o líder, o mesmo que matou sua amada. Tomado por um sentimento de revanche, Mitch consegue localizá-los, mas, consequentemente, abre as portas para o esquadrão antiterrorista agir antes dele. Mesmo cometendo um ato que poderia matá-lo, Mitch é visto com bons olhos pela agente Irene Kennedy (Sanaa Lathan) que acredita que ele possa ser muito útil na equipe. Mas para integrar no time, Mitch terá que passar por um treinamento bastante rigoroso realizado pelo agente de treinamento da CIA Stan Hurley (Michael Keaton), que não irá facilitar nenhum pouco para o garoto, principalmente quando uma nova bomba nuclear ameaça a vida de todos.

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A princípio, o filme é vendido como um produto cheio de cenas de ação e espionagem e, de fato, temos de tudo um pouco. No entanto, O Assassino: O Primeiro Alvo não é um filme para ser levado tão a sério. Assim como Velozes & Furiosos, o longa apresenta cenas um tanto quanto absurdas, porém aceitáveis dentro da realidade construída no filme. Temos Mitch escalando um prédio enorme sem nem ao menos saber como ele consegue tal proeza; temos um vilão pulando de uma janela quando, coincidentemente, uma bandeira está exatamente ali para evitar que ele caia de uma altura exorbitante. Em casos como esse, se você está imerso na trama e gosta desses tipos de filmes de ação, o absurdo é completamente compreensível. Acredito que se o espectador não se deixar absorver pela história e, muito menos, abrir a mente para coisas impossíveis, a diversão não será a mesma e, com certeza, não irá aproveitar o filme.

Mas, da mesma forma que defendo tais cenas inusitadas, também digo que há furos no roteiro. Um deles, por exemplo, envolve uma cena de perseguição de carro dentro de um túnel. No entanto, o filme não mostra e muito menos explica em que momento o personagem pega o carro e anda por aquele túnel e ainda escapa de uma grande explosão. Não vou dar mais detalhes, pois seria spoiler, mas quem for assistir vai entender o que estou falando.

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Com relação à história, fica claro que a vingança é a temática do filme. Cada personagem é movido por um sentimento forte e situações do passado inacabadas. Como pano de fundo há o arco sobre os terroristas e o da bomba nuclear que é roubada por Ghost (Taylor Kitsch), um ex-soldado militar também movido pelo sentimento de revanche contra alguém do seu passado. Já aproveitando, eu gostei do vilão e achei a performance de Kitsch bastante satisfatória. Tanto a vingança dele como a dos demais personagens é compreensível e quando todas se conectam tornam o filme ainda mais interessante.

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Dylan O’Brien está muito bem no papel de Mitch, um rapaz que é absorvido pelo ódio e a vingança desde a morte de sua noiva. No entanto, à medida que acompanhamos as atitudes de Mitch nota-se uma mistura de sentimentos que mudam completamente a sua personalidade. Em um momento, ele age por impulso e emoção; em outro, ele age com muita frieza e até certo prazer em eliminar os seus inimigos.

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Michael Keaton não fica para trás em nenhum momento e entrega um Stan determinado, autoritário e que segue rigorosamente as regras. A química com O’Brien funciona muito bem, especialmente quando Mitch quebra tais regras e o confronta diversas vezes, tornando a história mais empolgante. Keaton tem uma das melhores cenas do filme, quando ele fica cara a cara com o vilão. É divertidíssima.

Considerações finais

O final é questionável uma vez que o impossível acontece novamente e as explicações não convencem tanto assim. O Assassino: O Primeiro Alvo tem como temática a vingança em que a história ganha um bom desenvolvimento satisfazendo a todos. No entanto, as cenas muito absurdas podem ser levadas em consideração dentro da realidade construída nesse filme. Já os furos no roteiro não dão para defender. Os personagens agradam do começo ao fim e as cenas de luta são ótimas. No geral, O Assassino: O Primeiro Alvo é aquele filme puro entretenimento que vai fazer você se divertir no cinema. É só se deixar levar pela história.

Ficha Técnica

O Assassino: O Primeiro Alvo

Direção: Michael Cuesta

Elenco: Dylan O’Brien, Michael Keaton, Taylor Kitsch, Sanaa Lathan, Shiva Negar, Scott Adkins, David Suchet, Mohammad Bakri, Trevor White, Vladimir Friedman, Navid Negahban, Khalid Laith, Yousef Sweid.

Duração: 1h51min

Nota: 7,5

Confira a lista dos vencedores do Emmy Awards 2017

Neste domingo (17), foram anunciados os vencedores do 69th Primetime Emmy Awards 2017, premiação dos melhores da TV americana. A cerimônia foi apresentada por John Colbert.  Os grandes destaques da noite são The Handmaid’s Tale, Big Little Lies, This Is Us e Veep. Elizabeth Moss e Nicole Kidman levaram a estatueta nas categorias de “melhor atriz de série dramática” e “melhor atriz em minissérie”; Sterling K. Brown e Riz Ahmed ganharam como “melhor ator em série dramática” e “melhor ator em minissérie”. Quem também não ficou para trás foi Donald Glover que levou a estatueta de “melhor ator em série de comédia” com Atlanta. É claro que Julia Louis-Dreyfus não passaria despercebida e recebe o seu sexto emmy de “melhor atriz de série de comédia”. Fiquei satisfeita por ver ótimas séries e excelentes atores e atrizes ganharem o prêmio este ano. Foi mais que merecido.

Confira a lista completa abaixo:

MELHOR SÉRIE DRAMA

Better Call Saul (AMC)

The Crown (Netflix)

The Handmaids Tale (HULU)

House Of Cards (Netflix)

Stranger Things (Netflix)

This Is Us (NBC)

Westworld (HBO)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

Atlanta (FX)

Black-ish (ABC)

Masters Of None (Netflix)

Modern Family (ABC)

Silicon Valley (HBO)

Unbreakable Kimmy Schmidt (Netflix)

Veep (HBO)

MELHOR ATOR DE SÉRIE DRAMÁTICA

Sterling K. Brown – This is Us (NBC)

Anthony Hopkins – Westworld (HBO)

Bob Odenkirk – Better Call Saul (AMC)

Matthew Rys – The Americans (FX)

Liev Schreiber – Ray Donovan (Showtime)

Kevin Spacey – Ray Donovan (Showtime)

Milo Ventimiglia – This is Us (NBC)

MELHOR ATOR COADJUVANTE DE SÉRIE DRAMÁTICA

John Lithgow – The Crown

Jonathan Banks – Better Call Saul

Mandy Patinkin – Homeland

Michael Kelly – House of Cards

David Harbour – Stranger Things

Ron Cephas Jones – This Is Us

Jeffrey Wright – Westworld

MELHOR ATOR CONVIDADO DE SÉRIE DRAMÁTICA

Ben Mensdelsohn – Bloodline

BD Wong – Mr. Robot

Hank Azaria – Ray Donovan

Brian Tyree Henry – This Is Us

Gerald McRaney – This Is Us

Denis O’Hare – This Is Us

MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DRAMÁTICA

Viola Davis – How To Get Away With Murder (ABC)

Claire Foy – The Crown (Netflix)

Elisabeth Moss – The Handmaid’s Tale (Hulu)

Keri Russell – The Americans (FX)

Evan Rachel Wood – Westworld (HBO)

Robin Wright – House Of Cards (Netflix)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE SÉRIE DRAMÁTICA

Ann Dowd – The Handmaid’s Tale

Samira Wiley – The Handmaid’s Tale

Uzo Aduba – Orange Is the New Black

Millie Bobby Brown – Stranger Things

Chrissy Metz – This Is Us

Thandie Newton – Westworld

MELHOR ATRIZ CONVIDADA DE SÉRIE DRAMÁTICA

Cicely Tyson – How To Get Away With Murder

Laverne Cox – Orange Is The New Black

Shannon Purser – Stranger Things

Alison Wright – The Americans

Alexis Bledel – The Handmaid’s Tale

Ann Dowd – The Leftovers

MELHOR ATOR DE SÉRIE DE COMÉDIA

Anthony Anderson – Black-ish (ABC)

Aziz Ansari – Master Of None (Netflix)

Zach Galifianakis – Baskets (FX)

Donald Glover – Atlanta (FX)

William H. Macy – Shameless (Showtime)

Jeffrey Tambor – Transparent (Amazon)

MELHOR ATOR COADJUVANTE DE SÉRIE DE COMÉDIA

Alec Baldwin – Saturday Night Live

Louie Anderson – Baskets

Ty Burrell – Modern Family

Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt

Tony Hale – Veep

Matt Walsh – Veep

MELHOR ATOR CONVIDADO DE SÉRIE DE COMÉDIA

Hugh Laurie – Veep

Lin Manuel-Miranda – Saturday Night Live

Matthew Rhys – Girls

Riz Ahmed – Girls

Tom Hanks – Saturday Night Live

Dave Chappelle – Saturday Night Live

MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE COMÉDIA

Pamela Adlon – Better Things (FX)

Jane Fonda – Grace And Frankie (Netflix)

Allison Janney – Mom (CBS)

Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt (Netflix)

Julia Louis-Dreyfus – Veep (HBO)

Tracee Ellis Ross – Veep (HBO)

Lily Tomlin – Grace And Frankie (Netflix)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE SÉRIE DE COMÉDIA

Kate McKinnon – Saturday Night Live

Vanessa Beyer – Saturday Night Live

Leslie Jones – Saturday Night Live

Anna Chlumsky – Veep

Judith Light – Transparent

Katheryn Hahn – Transparent

MELHOR ATRIZ CONVIDADA DE SÉRIE DE COMÉDIA

Wanda Sykes – Black-ish

Carrie Fisher – Catastrophe

Becky Ann Baker – Girls

Angela Bassett – Master of None

Melissa McCarthy – Saturday Night Live

Kristen Wiig – Saturday Night Live

MELHOR MINISSÉRIE

Big Little Lies (HBO)

Fargo (FX)

Feud: Bette and Joan (FX)

The Night Of (HBO)

Genius (National Geographic)

MELHOR ATOR DE MINISSÉRIE

Riz Ahmed – The Night of

Benedict Cumberbath – Sherlock: The Lying Detetive

Robert De Niro – The Wizard of Lies

John Turturro – The Night Of

Geoffrey Rush – Genius

Evan McGregor – Fargo

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE

Alexander Skarsgård – Big Little Lies

David Thewlis – Fargo

Alfred Molina – Feud: Bette and Joan

Stanley Tucci – Feud: Bette and Joan

Michael Kenneth Williams – The Night Of

Bill Camp – The Night Of

MELHOR ATRIZ DE MINISSÉRIE

Carrie Coon – Fargo

Felicty Huffman – American Crime

Nicole Kidman – Big Little Lies

Jessica Lange – Feud: Bette and Joan

Susan Sarandon – Feud Bette and Joan

Reese Witherspoon – Big Little Lies

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE

Regina King – American Crime

Laura Dern – Big Little Lies

Shailene Woodley – Big Little Lies

Judy Davis – Feud: Bette and Joan

Jackie Hoffman – Feud: Bette and Joan

Michelle Pfeiffer – The Wizard Of Lies

MELHOR REALITY SHOW

The Amazing Race (CBS)

American Ninja Warrior (NBC)

Project Runway (Lifetime)

RuPaul’s Drag Race (VH1)

Top Chef (Bravo)

The Voice (NBC)

Robert Pattinson é criminoso no trailer de Bom Comportamento

A Paris Filmes divulgou o trailer de Bom Comportamento (Good Time), integrante da mostra competitiva da edição 2017 do Festival de Cannes. Estrelado por Robert Pattinson, na trama o ator é Constantine Nikas que, após um malsucedido assalto a banco, ele vê o seu irmão mais novo (Bennie Safdie) sendo preso e embarca em uma odisseia no submundo da cidade em que vive, numa tentativa cada vez mais desesperada e perigosa de tirar seu irmão da prisão. Ao longo de uma noite repleta de adrenalina, Constantine encontra-se em uma onda de violência e caos enquanto ele corre contra o relógio para salvar o irmão e ele mesmo, sabendo que suas vidas estão por um fio. No elenco também está a atriz Jennifer Jason Leigh.

Dirigido por Benny e Josh Safdie, roteirizado por Ronald Bronstein e Josh Safdie e produzido por Oscar Boyson e Sebastian Bear-McClard, Bom Comportamento estreia dia 19 de outubro nos cinemas brasileiros. Assista ao vídeo:

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Jennifer Lawrence é espiã no trailer Operação Red Sparrow

A Fox Film do Brasil divulgou o primeiro trailer de Operação Red Sparrow, estrelado por Jennifer Lawrence. Inspirado no livro Roleta Russa do ex-oficial da CIA, Jason Matthews, na trama Dominika Egorova é selecionada contra a sua vontade para se tornar uma “pardal” – uma mulher sedutora treinada no serviço de segurança russo. Dominika aprende a usar o seu corpo como uma arma, mas luta para manter o senso de si mesma durante o processo de treinamento desumanizante.

Descobrindo suas habilidades em um sistema injusto, ela surge como um dos elementos mais fortes do programa. Seu primeiro alvo é Nate Nash, um oficial da CIA que administra a infiltração mais delicada da agência de inteligência russa. Os dois jovens entram em uma espiral de atração e decepção, que ameaça suas carreiras, lealdades e a segurança de ambos os países.

Dirigido por Francis Lawrence e roteirizado por Justin Haythe, no elenco também estão Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts, Charlotte Rampling, Mary-Louise Parker e Jeremy Irons. Operação Red Sparrow estreia dia 1 de março de 2018. Assista ao vídeo:

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Bingo – O Rei das Manhãs representará o Brasil no Oscar

Podem comemorar! Bingo – O Rei das Manhãs é o escolhido para representar o Brasil no Oscar 2018 na categoria de “Melhor Filme Estrangeiro”. A notícia foi anunciada nesta sexta-feira (15), pela Academia Brasileira de Cinema. Dirigido e produzido por Daniel Resende, o filme conta a história das desventuras de Augusto Mendes (Vladimir Brichta), um artista que sonha em encontrar um lugar nos palcos e que se depara com a oportunidade de ser o palhaço Bingo, apresentador de um programa infantil que é sucesso absoluto lá fora e, agora, pretende ser no Brasil também. No entanto, uma cláusula no contrato não permite revelar a identidade por trás do nariz vermelho e a peruca azul. Assim, Augusto ou novo “rei das manhãs” se transforma no anônimo mais famoso do Brasil.

A Academia Brasileira de Cinema definiu os membros da comissão. O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, acompanhou o processo. A comissão foi composta pelo vice-presidente da Academia, Jorge Peregrino, e mais seis membros: André Carreira, Iafa Britz, David Schurmann, Doc Comparato, João Daniel Tikhomiroff e Miguel Faria Jr.

Em dezembro, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood fará a seleção de nove produções estrangeiras para, depois, escolherem os cinco finalistas. A lista dos indicados ao Oscar 2018 será divulgada no dia 23 de janeiro e a cerimônia acontecerá no dia 4 de março, em Los Angeles.

Confira quais filmes estavam na disputa para concorrer ao Oscar:

A Família Dionti

A Glória e a Graça

Bingo – O Rei das Manhãs

Café – Um Dedo de Prosa

Cidades Fantasmas

Como Nossos Pais

Corpo Elétrico

Divinas Divas,

Elis

Era O Hotel Cambridge

Fala Comigo

Gabriel e a Montanha

História Antes da História

Joaquim

João, o Maestro

La Vingança

Malasartes e o Duelo com a Morte

O Filme da Minha Vida

Polícia Federal – A Lei é Para Todos

Por Trás do Céu

Quem é Primavera das Neves

Real – O Plano Por Trás da História

Vazante

Confira o trailer e pôster de O Estado das Coisas, novo filme de Ben Stiller

A Imagem Filmes divulgou o pôster e trailer do filme O Estado das Coisas, uma comédia dirigida por Mike White (Escola de Rock) e estrelada por Ben Stiller. Confira a sinopse:

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“Riqueza, poder e festas ou o aconchego da vida familiar? Para Brad a vida dos amigos parece muito melhor que a sua. Seja nas redes sociais, na tv ou nas revistas todos parecem estar muito melhor que ele. Ele errou nas escolhas? Por que a grama dos amigos é sempre mais verde?”.

No elenco também estão Austin Abrams, Jenna Fisher, Luke Wilson, Jemaine Clement e Michael Sheen. O Estado das Coisas estreia dia 26 de outubro nos cinemas. Assista ao vídeo:

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Atypical é renovada para 2ª temporada pela Netflix

Nesta quarta-feira (13), a série original da Netflix, Atypical, foi renovada para a 2ª temporada. A notícia foi divulgada pelo ator Michael Rapaport, intérprete do pai de Sam, Doug, em seu perfil no Twitter.

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“Eu quero dizer a todos que Atypical foi oficialmente renovada para a 2ª temporada”.

Criado por Robia Rashid, Atypical conta a história de Sam Gardner (Keir Gilchrist), um menino autista de 18 anos que passa por situações típicas de adolescentes. No elenco também estão Jennifer Jason Leigh e Bridgette Lundy-Paine.

A série é muito legal e vale a pena assistir! A 1ª temporada já está disponível na Netflix.

Andrew Garfield e Claire Foy estampam o pôster do filme Uma Razão Para Viver

A Diamond Films divulgou o primeiro pôster nacional de Uma Razão Para Viver, primeiro filme dirigido pelo ator Andy Serkis (Planeta dos Macacos). Na imagem aparecem em destaque os atores Andrew Garfield (Até o Último Homem) e Claire Foy (The Crown), que interpretam o casal protagonista.

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Baseada na história real do britânico Robin Cavendish, a trama traz Garfield no papel do jovem que se apaixona por Diana e planeja viver uma vida repleta de aventuras ao seu lado. Porém, aos 28 anos, ele recebe o diagnóstico de poliomielite e fica tetraplégico. Contrariando todas as ordens médicas e convenções sociais da época, eles decidem continuar aproveitando a vida e viajar o mundo, ajudando outras pessoas.

Com roteiro escrito por William Nicholson (Gladiador), o filme foi escolhido para abrir BFI London Film Festival em 2017. No Brasil, Uma Razão para Viver tem previsão de estreia ainda no segundo semestre de 2017.

Matt Damon encolhe em trailer oficial de Pequena Grande Vida

A Paramount Pictures divulgou o trailer oficial de Pequena Grande Vida (Downsizing), estrelado por Matt Damon e Kristen Wiig. Na trama, seus personagens submetem-se a um procedimento que os deixa com 12 centímetros de altura. O objetivo é conquistar uma vida luxuosa, longe dos percalços da classe média suburbana. O filme, escolhido para a abertura do 74° Festival de Cinema de Veneza 2017 (ITA), vem recebendo boas críticas da imprensa internacional. Confira a sinopse:

“Em “Pequena Grande Vida”, Matt Damon interpreta um morador suburbano de Omaha (EUA) que, junto com sua esposa, sonha com uma vida melhor. Enquanto o mundo encara uma crise de superpopulação, cientistas desenvolvem uma solução radical que pode encolher os humanos a 12 centímetros de altura. As pessoas rapidamente descobrem quanto dinheiro é gasto em um mundo “menor” e, com a promessa de um estilo de vida luxuoso, inimaginável nos sonhos mais insanos, o casal decide se submeter ao controverso procedimento e embarcam em uma aventura que mudará suas vidas para sempre”.

No elenco também estão Christoph Waltz, Jason Sudeikis e Hon Chau. Pequena Grande Vida estreia dia 18 de janeiro de 2018. Assista ao trailer:

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Resenha: Amityville: O Despertar

A assombrada casa de Amityville ganhou a fama obscura por carregar uma maldição e, desde então é cenário de inúmeras tragédias que foram desenvolvidas em 15 filmes. São eles: Terror em Amityville (1979); Amityville 2: A Possessão (1982); Amityville 3: O Demônio (1983); Amityville 4: A Fuga do Mal (1989); Amityville 5: A Maldição; Amityville 6: Uma Questão de Hora (1992); Amityville 7: Uma Nova Geração (1993); Amityville 8: A Casa Maldita (1995); Horror em Amityville (2005); The Amityville Hauting (2011); The Amityville: Asylum (2014); Amityville: Death House (2015); The Amityville Playhouse (2015); Amityville: No Escape (2016); e Amityville Exorcism (2016).

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Em 2017, chega aos cinemas Amityville: O Despertar (Amityville: The Awakening), 16º filme da franquia dirigido por Franck Khalfoun. A trama se passa na assombrada casa em Long Island, nº 112 da Ocean Avenue, mesmo endereço em que foram praticados os assassinatos originais de Amityville. Desses, o filme ressalta a tragédia de 1974, em que Ronald DeFeo Jr matou sua família com tiros de espingarda enquanto dormiam. Quarenta anos se passam e, agora, uma nova família se muda para a casa. Após um acidente ter deixado James (Cameron Monaghan) debilitado, Belle (Bella Thorne) se muda com sua mãe Joan (Jennifer Jason Leigh), seu irmão e sua irmã mais nova Juliet (Mckenna Grace) para esta casa sem saber a sua verdadeira história. Como a família passa por momentos difíceis, Belle não se entende muito bem com sua mãe, uma vez que ela dá mais atenção ao seu irmão do que para as filhas. Além desse relacionamento familiar não ser um mar de rosas, Belle também estranha a nova escola e sua nova rotina. Com o passar dos dias, coisas estranhas e sobrenaturais passam a acontecer dentro de casa. À medida que ela vai pesquisando sobre a casa e o que os seus colegas de classe dizem a respeito, Belle descobre que a casa foi palco de um assassinato devido a uma maldição que a rodeia. Enquanto ela desvenda esse mistério, a garota precisa defender sua família e sair de lá antes que seja tarde demais.

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Não, eu não assisti todos os filmes, mas, mesmo assim, seria necessário adicionar mais um filme na vasta franquia Amityville? Não, mas já que o longa está aqui a gente assiste. Amityville: O Despertar não é um filme detestável, mas também não é um filme inovador que irá te surpreender. Por utilizar a mesma fórmula (uma casa amaldiçoada) e aplicar novas histórias em cima dela, as situações já não trazem muitas novidades, inclinando para cenas clichês em que vemos a protagonista indo em direção ao perigo, gritando a famosa frase “tem alguém aí?”, como se o mal fosse responder “estou aqui comendo um lanche na cozinha”. Na pele de Belle, Bella Thorne cumpre o seu papel, mas não traz nada de novo em sua atuação. Por mais que a personagem esteja envolvida no mistério, a sensação que dá é que todas as pistas caem em seu colo sem a necessidade de ir atrás de verdade. Por exemplo, os amigos da escola contam sobre a lenda da casa e Belle até chega a ler alguns relatos sobre o que passou ali anos atrás, mas fica apenas nisso. Tudo é facilitado para que a protagonista caminhe nesse mistério sem investigar a fundo.

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Talvez o arco mais explorado seja o de James e sua debilitação, o que abre portas para o mal ser desenvolvido e para sabermos mais sobre o relacionamento dele com a mãe e, é claro, dela com as filhas. Enquanto o roteiro acerta nesse ponto, ele deixa de lado justamente o desenvolvimento de Joan, que carrega uma energia estranha, uma “escuridão” em seu olhar e tem atitudes muito estranhas. Fica no ar o que poderia estar acontecendo com ela e, infelizmente, não sabemos ao certo se a mãe estava sob alguma influência maligna ou não.

Outra personagem que se torna superficial na trama é Candice, interpretada por Jennifer Morrison (Once Upon a Time). O filme não fala quem é ela logo de cara, deixando o público tirar suas próprias conclusões. Ela é a corretora que apresenta a casa? Uma amiga da família? Mas assim que Belle a chama de tia, descobrimos que ela faz parte da família. Além disso, há uma cena em que ela aparece de supetão na casa e simplesmente não sabemos o porquê dela estar naquele exato momento e quem a chamou. Fica um tanto quanto estranho.

Mesmo com alguns personagens não tão bem desenvolvidos e cortes bruscos entre as cenas, Amityville: O Despertar acerta em fazer boas referências a filmes antigos da franquia como Terror em Amityville e ainda satiriza os remakes. Achei uma ideia muito legal e não fica nada forçado no filme.

Considerações finais

Amityville: O Despertar é mais um filme a ser adicionado na grande franquia da casa amaldiçoada. A fórmula é a mesma, mas com uma história um pouco diferente. Apesar dos problemas citados ao longo do texto, o filme não é detestável, mas também não é uma obra-prima que fará diferença na indústria cinematográfica. Cabe a cada um assistir para julgá-lo se é bom ou não.

Ficha Técnica

Amityville: O Despertar

Direção: Franck Khalfoun

Elenco: Bella Thorne, Jennifer Jason Leigh, Jennifer Morrison, Cameron Monaghan, Mckenna Grace, Kurtwood Smith, Thomas Mann II e Taylor Spreitler

Duração: 1h25min

Nota: 5,5